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Quais os riscos do uso excessivo de celulares para os adolescentes?

É preciso que os pais fiquem de olho se os filhos não estão gastando muito tempo com dispositivos móveis

A rápida evolução da tecnologia nas últimas décadas transformou a vida de grande parcela da população mundial. Os avanços transformaram diversas dinâmicas da sociedade. Entre elas a forma como nos comunicamos e nos relacionamos.

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Os dispositivos móveis estão tão introduzidos à nossa rotina que temos a impressão de que eles sempre estiveram conosco. No entanto, faz apenas 11 anos que o primeiro Iphone foi lançado.

Por mais que possamos contar com manuais de instrução e tutoriais para aprendermos a manuseá-los, de um ponto de vista de comportamento social, ainda estamos tentando entender como lidar com esses aparelhos que parecem uma extensão das nossas mãos.

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Explico. Dispositivos móveis, como celulares e tablets proporcionam diferentes benefícios, como tornar a comunicação mais rápida e otimizada, automatizar tarefas da vida prática, como pagar contas, fazer compras e até facilitar o aprendizado. No entanto, é importante ressaltar que esses dispositivos não são isentos de riscos, sendo as crianças e os adolescentes as maiores vítimas, devido à imaturidade física e emocional.

Uso do celular em excesso: consequências emocionais

Estudos mostram que adolescentes menores de 13 anos têm maior susceptibilidade à desenvolverem dependência aos smartphones, devido à sua imaturidade cerebral, mas qualquer indivíduo pode se tornar um viciado em celulares.

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Os problemas psíquicos mais comumente encontrados naqueles que abusam dos celulares são depressão, ansiedade e impulsividade. Isso sem falar na diminuição da capacidade social, uma vez que os relacionamentos pessoais são sobretudo virtuais.

Isso não é a toa, celulares e dispositivos móveis abrem ao seu usuário uma porta para o mundo, em um local sem a proteção parental, trazendo informações, contatos e comportamentos nem sempre adequados para a idade e maturidade de seu portador.

As relações familiares e o importante papel do diálogo familiar também podem ser afetados. Mudança de comportamento dos adolescentes, isolamento social, agressividade e piora do rendimento escolar podem ser indicativos de problemas e merecem atenção especial.

Uso do celular em excesso: consequências físicas

Os problemas ortopédicos estão relacionados, principalmente, com a má postura dos usuários. Consequentes à projeção do pescoço para a frente e para baixo, podem surgir as dores de cabeça, nos braços, no pescoço e as contraturas dos músculos dorsais.

Além disso, o movimento repetitivo pode gerar tendinites nas mãos. A falta de atividade física inerente ao uso do telefone também é prejudicial à saúde física e um grande facilitador da obesidade.

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Estatisticamente notou-se um aumento da incidência de distúrbios do sono entre jovens, o que está diretamente associado ao uso dos celulares e jogos de computador. Além de causarem uma estimulação cerebral excessiva antes de dormir, levam à redução dos níveis de melatonina, o hormônio do sono, devido à luz emitida por suas telas.

Como consequência, vemos adolescentes com problemas de atenção, memória e concentração. Isso pode levar à queda do rendimento escolar.

O uso prolongado dos celulares também pode levar à sintomas oculares, como vermelhidão, coceira e sensação de olhos cansados. Ao ficar horas seguidas olhando para a tela, pisca-se menos vezes, prejudicando assim a lubrificação dos olhos. O aumento da pressão para manter o foco adequado também é prejudicial. Como consequência, a longo prazo, podem surgir problemas tais como catarata, presbiopia, problemas de córnea, retina, mácula e cristalino. Uma coisa é certa: os celulares vieram para ficar.

Como equilibrar o uso excessivo de celulares

Ainda precisamos encontrar o equilíbrio, para que possamos todos usufruir dos benefícios da tecnologia, minimizando os prejuízos.

Recomenda-se que o uso de aparelhos celulares seja restrito a 2 horas por dia e que esse período não seja imediatamente antes de dormir. É esse o limite de tempo ideal para que não haja problemas oculares e ortopédicos.

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Também é necessário que haja tempo tempo para a prática de atividades físicas, para o relacionamento interpessoal com amigos e familiares, para a leitura, estudos e tantas outras coisas que não podem ser substituídas por uma tela.

Aos pais, uma recomendação: cuidado com o exemplo. Quantas vezes seus filhos estão falando e vocês estão olhando para o celular? E aquela olhadinha para a tela durante o almoço em família? Todos somos suscetíveis às maravilhas da tecnologia, portanto temos que estar atentos, os limites começam por cada um de nós.