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São Paulo confirma mais três mortes por Febre Amarela

Com o novo registro, o número de casos fatais na Grande São Paulo subiu para seis

Nesta terça-feira (09), mais três mortes por Febre Amarela Silvestre foram confirmadas no estado de São Paulo. Com a nova atualização, o número de vítimas fatais em 2018 subiu para seis, já que no começo do mês, outras três pessoas morreram na Grande São Paulo devido a doença. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde, as vítimas estiveram em Mairiporã - a 45 km da capital paulista - durante as festa de fim de ano.

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Dos três casos identificados nesta terça-feira (09), dois foram registrados no município de Atibaia, que faz divisa com Mairiporã. As vítimas são um jovem de 22 anos e um idoso de 89 anos. Segundo a prefeitura de Atibaia, as mortes aconteceram nos dias 28 e 31 de dezembro, mas a confirmação da doença só saiu hoje (09). A terceira vítima tinha 48 anos e estava internada no bairro da Liberdade, na capital paulista.

Até o fechamento dessa matéria, a Secretaria Estadual de Saúde não havia confirmado os três casos registrados nesta terça-feira (09).

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Prevenção

Na última semana, o Ministério da Saúde anunciou que os estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia aplicarão, a partir de fevereiro, a dose fracionada da vacina contra a Febre Amarela. A nova versão só foi implantada após testes realizados pela Fiocruz garantirem a validade da dose fracionada, que é de nove anos.

Com a nova medida, uma dose, antes aplicada em uma só pessoa, será poderá imunizar até quatro. Com isso, o objetivo da campanha é vacinar o maior número de pessoas, já que em São Paulo 69% dos municípios não atingiram a meta de vacinar 95% da população.

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Apesar da nova iniciativa, a dose total continuará para casos específicos, como para aqueles que irão para zonas com mata e para países que exigem o certificado de vacinação contra Febre Amarela.

Além disso, a Secretaria informa que as estratégias de ampliação da vacinação contra a Febre Amarela em São Paulo terão andamento com base em critérios epidemiológicos, com a priorização dos corredores ecológicos - alcançando demais regiões do território paulista.